quinta-feira, 12 de junho de 2008

Classificação dos tipos de eventos


A base permite a seleção dos eventos por categoria, adotando a seguinte classificação:
Bienal - Exposição, geralmente de artes, que se realiza a cada dois anos.
Ciclo - Realização de palestras, seguindo uma programação, geralmente cronológica.
Conferência - Exposição oral sobre tema literário ou científico para platéia.
Congresso - Reunião ou assembléia solene de pessoas para discutir algum tema.
Convenção -Assembléia ou reunião de natureza política ou outra para tratar de um assunto relevante.
Debate - Discussão em que se apresentam razões pró ou contra por meio de argumentos e controvérsias.
Encontro - Reunião de pessoas para discutir algum tema.
Exposição - Apresentação pública de produtos e tecnologias.
Feira – Local público onde se expõem e vendem determinados produtos e serviços.
Festa - Comemoração da safra de um determinado produto.
Fórum - Reunião pública, aberta à comunidade para debater temas abrangentes.
Jornada - Reunião de estudos em que o tema é exposto e debatido por todos os participantes com apresentação de trabalhos.
Mesa Redonda - Reunião de pessoas que, em pé de igualdade, discutem ou deliberam sobre assuntos importantes.
Mostra - Apresentação pública de um determinado produto e/ou tecnologia.
Oficina - Reunião de pessoas para aprender a fazer algum produto ou tema.
Palestra - Dissertação sobre determinado assunto, especialmente cultural.
Pavilhão - Parte de uma exposição.
Reunião - Conjunto de pessoas que se agrupam para algum fim.
Roda de Negócios - Reunião de vários empreendedores, do mesmo setor produtivo, para realizar negócios.
Salão - Exposição periódica, geralmente anual, de artes e de novos produtos da indústria.
Semana - Reunião de estudos em que o tema é exposto e debatido por todos os participantes com apresentação de trabalhos no período de uma semana.
Seminário - Reunião de estudos em que o tema é exposto e debatido por todos os participantes.
Simpósio - Reunião ou congresso científico para debater um tema.
Summit - Conferência de Cúpula.
Teleconferências ou videoconferência - Exposição via internet sobre tema literário ou científico.
Transferência de Tecnologia -Dia em que o especialista agropecuário vai ao campo para orientar o produtor e apresentar novas tecnologias e experimentos.
Workshop - Reunião de pessoas com um artista, grupo de artistas ou professores, na qual os participantes exercem atividades relacionadas a uma arte ou tema específico.

4 Elenco de dados [ início]
O elenco de dados a ser considerado no registro de cada evento é:
Nome do Evento*
Sigla do Evento
Tipo de Evento*
Abrangência*
Período de Inscrição
Período de Realização*
Região*
UF*
Cidade*
URL
Local do Evento
Informações complementares
Área do Conhecimento*
Tema do Evento
Palavras-chave*
Organizadores*
Contatos
Parceiros

― D E F I N I Ç Õ E S ―

NESTA MATÉRIA, vamos ver as diferenças que existem entre os termos CERIMONIAL, PROTOCOLO E ETIQUETA.
CERIMONIAL – É o conjunto de formalidades para os atos públicos e solenes.
PROTOCOLO –É a regra cerimonial diplomática estabelecida por decreto ou pelos costumes.
ETIQUETA – É um cerimonial que abrange os estilos, usos e costumes que devem ser observados nas casas reais, nas sedes governamentais e nos atos públicos.
Com relação à diferença entre as três definições, podemos observar que o CERIMONIAL é um termo geral que abarca tanto o ato público como o solene. É o CERIMONIAL que cria a atmosfera para as relações.
ETIQUETA refere-se a estilos e costumes que fazem parte de atos públicos solenes.
PROTOCOLO relaciona-se ao corpo diplomático e define as regras que devem prevalecer num cerimonial.
Outro conceito que devemos definir é a CORTESIA.
CORTESIA – É a demonstração ou o ato para se demonstrar atenção e respeito para com as pessoas.
A CORTESIA É A BASE DO CERIMONIAL
O CERIMONIAL e a CORTESIA estão relacionados um com o outro; é o CERIMONIAL que imprime a cortesia que se deve dispensar às relações entre as pessoas.

TRATAMENTO E PRECEDÊNCIA
– Diferença entre os termos –
O TRATAMENTO é a forma de nos dirigirmos às pessoas.
A PRECEDÊNCIA, por outro lado, determina a ordem ou a hierarquia de uma pessoa sobre outra e/ou de um estado sobre outro. Relaciona-se com a PRIMAZIA.
A igualdade jurídica dos estados (que é uma regulamentação) surge no Congresso e estabelece que cada país é quem dita as suas próprias leis de cerimonial.
Cada estado deve definir como vai receber seus visitantes e irá homenageá-los de acordo com seu próprio PROTOCOLO.
Existem outras definições sobre CERIMONIAL. Assim mesmo, são vários os estudiosos do assunto que têm utilizado seus próprios termos para definir o que é o PROTOCOLO.
Porém, todos coincidem, sim, em dar a estes conceitos um caráter de solenidade na atividade internacional ou em esfera oficial ou pública dos Estados.

Em outras palavras, o PROTOCOLO reconhece “as hierarquias da ordem institucional”. Ao realizá-lo, ”institui-se a categoria das autoridades e as devidas precedências”.
Na vida religiosa católica encontramos bons exemplos de Cerimonial e especialmente de PROTOCOLO. No próprio Credo se diz que “Jesus Cristo foi assunto ao céu e está assentado à direita de Deus, Todo Poderoso”.
Porém, encontramos na Bíblia um dos melhores exemplos. No Evangelho de São Lucas, os versículos referentes ao texto “Os Convidados para as Bodas”, relatam que Jesus, observando como escolhiam os primeiros assentos às mesas, contou aos convidados a seguinte parábola:
“Quando por alguém fores convidado às bodas, não te assentes no primeiro lugar; não aconteça que esteja convidado outro mais digno do que tu, e vindo o que te convidou a ti e a ele, te diga: Dá o lugar a este; e então, com vergonha, tenhas de tomar o derradeiro lugar. Mas quando vier o que te convidou, te diga: AMIGO, sobe mais para cima Então terás honra diante dos que estiverem contigo à mesa. Porque qualquer que a si mesmo se exaltar será humilhado, e aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado” (Lucas 14: 7-11).
PRECEDÊNCIA:
Vejamos, primeiro, que significado tem este vocábulo.
Segundo o dicionário Aurélio da língua portuguesa, PRECEDÊNCIA (do verbo preceder, derivado do latim “preacedere” = ir à frente ou na frente), é:
“preeminência ou preferência no lugar e assento - primazia – superioridade...”.
Esta definição leva-nos à sua significação exata na área do protocolo em geral e no papel específico do protocolo às mesas.
Porém, antes, vejamos brevemente a natureza e o sentido do termo PROTOCOLO, pois a PRECEDÊNCIA é a parte essencial do PROTOCOLO, de tal forma que sem a prévia PRECEDÊNCIA, não é possível a formalização do PROTOCOLO.
Para começar, podemos definir o PROTOCOLO como a arte da determinação e o estabelecimento das normas essenciais para a execução eficaz de toda atividade humana, social, oficial e relevante.
Vemos, pois, que os caracteres definidores desta atividade são:
A sociabilidade deve ser realizada na sociedade humana com a ação e participação de duas ou mais pessoas.
Sua realização deve ser uma atividade oficial, isto é, que seja conseqüência da ação do Estado, em qualquer de suas áreas ou níveis. Deve ser levada a efeito, portanto, no seio da estrutura do Estado.
Sua relevância deve ser importante, pois uma atividade humana que, tendo as duas características anteriores, não alcance um nível mínimo de relevância, não pode ser objeto do PROTOCOLO.
Como a ação objeto do protocolo será realizada por ou com a participação de duas ou mais pessoas, isto exige o estabelecimento de uma ordem prévia à atividade que se vai desenvolver, para que esta seja eficaz; isto implica na prévia determinação de sua precedência.
Em conseqüência, e pela ótica do protocolo, podemos definir:
“precedência é o prévio estabelecimento de uma ordem entre as pessoas que realizam ou participam de uma atividade que afeta o protocolo, em função de sua preeminência, primazia, categoria, nível ou relevância, no seio da estrutura e da própria sociedade que integram o Estado, para se obter a máxima eficácia nessa atividade.”
Nesta definição aparecem as duas interpretações que podem ser dadas à precedência:
No sentido restrito da palavra, é a ordem das pessoas, em virtude de seu nível ou classe oficial, estabelecido por norma legal, tradição ou uso.

Em sentido mais amplo, é a ordem das pessoas, tendo em vista a sua importância real na sociedade, sustentada pelo estado.
Não há uma diferença clara e precisa entre o primeiro e segundo tipo de precedências. É porém, num tema de cerimonial das mesas, que devemos ter em conta pelas razões a seguir:
Como foi visto, o objetivo do protocolo e da precedência é a eficiência nas atividades, atos ou cerimoniais humanos.
Porém, para se obter essa eficiência, é necessário que se defina a ordem razoável e precisa das pessoas. Isto é, que todas as coisas estejam em seu devido lugar.
Se as pessoas tiverem seu lugar predeterminado em uma relação oficial, não haverá problema. Poderá haver alguma divergência, no entanto, quando o lugar de uma pessoa, por sua importância, mesmo tendo uma posição relevante na sociedade, não estiver incluído numa lista de precedências.
Explicando: existem duas classes de personalidades oficiais:
a) Aquelas que têm o seu lugar estabelecido numa relação oficial ou oficiosa.
b) Aquelas que, mesmo sendo importante, não têm lugar definido.
Pois bem, quando a presença das pessoas destas duas classes coincide ao se realizar uma atividade, o que se pode fazer?
COM MUITO TATO: Aplicar o que se denomina “pentefino” ou “intercalação” de pessoas, organizando-as de acordo com uma precedência única, ainda que procedam de diferentes classes.
A mesma solução deve ser dada quando se trata de pessoas que, mesmo tendo todas uma precedência definida, pertençam a dois ou mais grupos de natureza distinta, com precedências diferentes (Ex.: autoridades civis e militares, ou autoridades civis, militares e eclesiásticas), e estes grupos não têm, na cerimônia em questão, um lugar próprio, separado e determinado.



FORMALIDADES E PROTOCOLO

* Maria Aparecida Araújo Enfrente com desenvoltura os eventos protocolares e as ocasiões fúnebres. Para orientá-lo, retiramos estas dicas do meu livro Etiqueta Empresarial: Ser bem educado é.... Eventos oficiais, com a presença de autoridades do governo e das Forças Armadas e membros do Corpo Diplomático, são regidos por normas protocolares, muitas vezes desconhecidas pela maioria dos mortais. O protocolo oficial é regido pelo decreto nº 70.274, de 9 de março de 1972, e estabelece as precedências e o tratamento que deve ser dispensado aos convidados para eventos no Distrito Federal, nos estados e municípios, em decorrência do título e da função exercida. Sempre que num evento for estar presente qualquer autoridade governamental, é importante consultar o protocolo oficial. Nos atos inaugurais, Jubileus, entrega de condecorações, descerramentos de placas e aberturas de feiras, realizados com todos em pé, os membros mais destacados e convidados de honra são colocados segundo a ordem de precedências. Os demais devem aguardar para serem devidamente posicionados pelo staff que estiver organizando o evento. Em eventos de auditório nunca se sente na primeira fileira de poltronas da platéia, pois ela é considerada um prolongamento da mesa de honra e poderá estar reservada para autoridades presentes ou retardatárias. Consta do decreto que em eventos com a presença do Presidente da República e do Governador de Estado, todos os convidados devem chegar antes deles e só saírem depois que eles o fizerem. Almoços e jantares não admitem que se enviem representantes - só o convidado deve comparecer ou recusar o convite formalmente. A ordem de discursos e pronunciamentos será sempre inversa à de precedência, ficando a última palavra reservada à pessoa mais importante da solenidade. Num documento ou contrato existe o lugar de honra para a assinatura: fica à direita do papel, e quem assina é a pessoa mais importante. O lugar de honra, em qualquer evento, é o que fica à direita do anfitrião ou do executivo mais graduado. O segundo lugar de honra é o que fica à esquerda do anfitrião. No aeroporto, quem desembarca em primeiro lugar numa comitiva é a pessoa mais importante. Ao embarcar, ela é a ultima pessoa a entrar no avião. Em jatos particulares, os lugares virados para a frente e que possuem mesas são reservados aos executivos mais graduados. Os demais devem perguntar antes onde devem se sentar. No carro guiado por um motorista particular a serviço do anfitrião, o lugar de honra é à direita, no banco de trás. Neste caso, quem entra primeiramente é o convidado; o anfitrião dá a volta e entra pela outra porta. Ao sair, quem desce primeiro é o anfitrião, e se o motorista não puder abrir a porta para o convidado, ele poderá fazê-lo. Nas limusines, os menos graduados é que se sentarão nos lugares de costas para o fluxo. Se estiverem ocupados por executivos de maior hierarquia, os menos graduados irão na frente com o motorista. Nestes carros, o convidado descerá por último, após o motorista abrir a porta. Em veículos guiados pelo próprio executivo, o lugar de honra é na frente, ao seu lado. A postura correta ao ser executado o Hino Nacional Brasileiro é respeitosa, portanto, devemos ficar em pé. Antigamente, o Hino só era aplaudido após ser tocado por uma orquestra sinfônica ou banda. Atualmente, virou moda aplaudir até execuções em CD... Mas saiba que esse procedimento não está mencionado nas modalidades legais de saudação ao nosso Hino. Cumpre também conhecer a letra e cantá-lo corretamente. Se na solenidade a presença de convidados de outro país exigir a execução de hino estrangeiro, ele deve ser tocado antes do brasileiro. Postura de igual respeito é devida. Havendo hasteada no recinto a bandeira nacional, aqueles que cantam o Hino devem fazer isso voltados à ela, nunca de costas. Em elevadores, subindo ou descendo com autoridades, o correto é deixar que entrem primeiramente e fiquem na parte de trás. Chegando ao andar, os de menor hierarquia saem na frente, posicionando-se do lado de fora e aguardando que as autoridades passem à frente. Seguirão, então, atrás delas. Obedeça sempre às recomendações de trajes assinaladas nos convites e nunca deixe de confirmar sua presença, quando o convite assim solicitar, geralmente com as siglas "RSVP" ou "RO". Esteja também sempre presente ao lado de seus amigos e colegas de trabalho quando estes sofrerem perdas de entes queridos. Esta é uma parte importante dos relacionamentos sociais e profissionais. Devem comparecer aos velórios somente os familiares, os amigos e colegas de trabalho mais próximos e pessoas ligadas à família do morto. Quem comparecer deve assinar o livro de presenças, colocando o nome bem legível, assim como o endereço. A família enlutada deverá enviar um cartão de agradecimento aos que lhes deram apoio nessa ocasião. Aqueles que mantinham relacionamento mais distante com o falecido ou com a família devem ir à missa de sétimo dia. Durante o velório, não é adequado ficar recordando passagens da vida do falecido e nem se deter em cumprimentos demorados com os parentes. Hoje em dia, nas grandes cidades, por temer assaltos, é de praxe fechar a câmara mortuária durante a madrugada - todos se retiram e voltam ao amanhecer. Havendo velório por toda a noite, os amigos e parentes devem se revezar, fazendo companhia à família e não deixando-a sozinha em horas mais tardias. Para os funerais, valem os mesmos procedimentos adotados no velório. Os parentes carregam o ataúde e podem ser ajudados por amigos mais chegados. As saudações mais indicadas para estes momentos é "Meus sentimentos" ou "Lamento tanto!". Estas expressões vieram substituir o rígido e formal "Meus pêsames!". Quando não se tem intimidade com o falecido ou com a família, envia-se um telegrama de condolências. A empresa deve dar toda assistência aos funcionários, principais fornecedores e clientes fiéis nessas ocasiões e, sempre que possível, enviar coroas. É comum amigos se quotizarem para a publicação de anúncios nos obituários dos jornais. A família não deve deixar de agradecer as manifestações recebidas por meio de um cartão, que traz uma tarja preta no alto, à esquerda. Recomendamos, também, que as mulheres adotem uma vestimenta discreta, abrindo mão de qualquer detalhe mais chamativo na aparência. O luto é opcional hoje em dia, ficando mais restrito aos familiares. * Maria Aparecida A. Araújo é consultora em Comportamento Profissional, Etiqueta Social e Internacional, Marketing Pessoal, Cerimonial e Protocolo; palestrante e facilitadora de cursos especiais e consultora do Instituto Brasileiro da Qualidade Nuclear. É graduada em Letras, com Licenciatura em Língua e Literaturas de Língua Portuguesa e diretora da Etiqueta Empresarial Executive Manners Consulting, com 21 anos de experiência em atendimento de excelência ao cliente. Envie suas dúvidas para ee@etiquetaempresarial.com.br ou visite o site www.etiquetaempresarial.com.br
Tipologia dos eventos

Antes de tratarmos da classificação dos eventos é importante abordamos alguns conceitos de eventos. Existem muitas definições complexas, mas ainda nenhuma em comum acordo entre os autores; depois de várias análises sobre o conceito de eventos, a que nos parece mais sucinta e propícia para o profissional organizador de eventos é a seguinte:"Evento - atividade dos mais diferentes tipos reunindo pessoas" (ANDRADE, 1999, p. 117).A classificação dos eventos é muito importante principalmente na hora de decidirmos qual evento será executado para a idéia na qual tivemos. Existem várias formas de se classificar eventos, apresentamos a seguir algumas tipologias apresentadas pelos autores.Todo o evento nada mais é do que uma forma de reunião: "a reunião caracteriza-se como o embrião de todos os tipos de eventos. Trata-se do encontro de duas ou mais pessoas, a fim de discutir, debater e solucionar questões sobre determinado tema relacionado com suas áreas de atividade".(MEIRELLES,1999,pág.30).Ainda sobre a reunião podemos dizer também que se assemelha com eventos, pois precisa ser planejada, ter convite, infra-estrutura e relatório para poder acontecer e atingir os objetivos.Baseada no autor Cândido Teobaldo de Souza Andrade, em Como administrar reuniões, MEIRELLES (1999, pág. 25) apresenta a tipologia dos eventos tendo como embrião a reunião:
· Reunião dialogal: baseada na informação, no questionamento e na discussão - palestra, conferência, seminário, simpósio, convenção, entrevista, entre outros.· Reunião coloquial: baseada no entretenimento, no lazer, na aproximação entre as pessoas e na confraternização - coquetel, café da manhã, almoço, jantar, brunch, happy hour, entre outrosCompetitivas: concurso, torneios, entre outrosExpositivas e Demonstrativas: feira, salão, mostra, exposição, desfile, lançamento de produtos, inauguração, entre outros.
No tópico acima, apresentamos uma forma de fácil compreensão para classificar os eventos quanto sua tipologia, já que muitos autores somente descrevem os eventos, mas não os classificam como dialogais, ou competitivos e assim por diante, dizendo apenas o que são, sua definição, e não em que contextos estão inseridos. É importante lembrar que devido à abrangência dos eventos, não devemos observar apenas esta classificação, mas também sua categoria e áreas de interesse.Quanto à classificação por categoria, NETO (1999, p. 25), retrata uma gama de eventos, podendo assim ser resumido: Eventos especiais, de participação, permanentes, esporádicos, únicos, de oportunidade, de massa, de nicho, promocionais de marca, promocionais de produtos e serviços, locais, regionalizados e globais.Na realidade o mais importante destas classificações é ter a informação correta para se planejar um evento de acordo com o objetivo, por exemplo, se o objetivo é atrair pessoas para discutir um assunto de uma determinada área, chamar este encontro de conferência, ao invés de fórum, ou então não identificar a área de interesse, ou não saber distinguir um evento competitivo de um expositivo.Quanto à definição dos eventos encontramos uma forma didática de se definir alguns eventos, que parecem simples no nome, mas se não tomarmos cuidado podemos confundi-los e acabar atraindo um público não esperado, ou literalmente não executar o evento planejado, já que nossos objetivos não serão atingidos:
Ciclo de palestras: é uma série de palestras. Tanto pode ser um assunto desdobrado em várias apresentações como vários assuntos que se complementam.Igualmente, pode ser ministrado por um ou vários palestrantes, especialistas no assunto.Conferência: é uma reunião formal, em que um especialista desenvolve determinado tema sobre o qual tem amplo domínio. Ao final de sua exposição, responde perguntas.Congresso: são reuniões promovidas por entidades de classe ou associações diversas, para apreciação, estudos, debates de interesses seus, de seus participantes ou sobre algum ramo de conhecimento que queira criar, desenvolver ou colaborar. Normalmente, o congresso se desenvolve em módulos ou sessões organizados de diversas formas: mesas-redondas, sessões plenárias, reuniões de comissões mistas, subcomissões, subgrupos ou grupos de trabalhos.Convenção: é o esforço de um determinado agrupamento social. Normalmente busca a integração, o conhecimento recíproco dos seus participantes, a homogeneização de procedimentos, comportamentos ou informações.Fórum: destinado exclusivamente às pessoas que dominem o assunto a ser tratado. O participante poderá debater com liberdade suas posições, sem restrições quanto à quantidade de participantes. Existe um mediador para garantir a participação livre dos interessados, direcionando-os na busca do consenso e no registro de opiniões significativas.Inauguração: é um evento formal de alta representatividade social, e portanto, requer um planejamento minucioso, envolvendo todas as fases de um evento complexo, portanto, não deve ser confundido com apenas um cortar de fita e o descerramento de uma guarnição que envolve uma bela placa comemorativa.Mesa redonda: técnica utilizada por pequenos grupos comprometidos com um mesmo ramo de conhecimento ou interesse, para esclarecimentos, troca de idéias, discussão de casos. Cada participante tem tempo para expor os seus pontos de vista, para serem apreciados e debatidos. Para se garantir a boa ordem dos trabalhos é nomeado um coordenador que todos devem acatar.Palestra: uma pessoa, conhecida como palestrante, se propõe ou concorda em levar aos ouvintes o seu conhecimento, a sua experiência ou o seu entendimento sobre determinado assunto. Não existe uma regra fixa quanto ao tempo de duração e a participação do público. Normalmente, realiza-se no intervalo de 30 e 60 minutos, com ou sem perguntas durante a exposição. O comum é que perguntas ocorram após o término da palestra.Recepção: simpática reunião, rápida e simples de se organizar e de baixo custo. Na maioria das vezes é feita na própria instalação (residência, escola, escritório, empresa) ou em clubes, objetivando atender às necessidades e às satisfações pessoais ou sociais.Reunião: é o encontro de duas ou mais pessoas para o exercício de alguma atividade. Elas podem ser formais ou informais.Seminário: destinado a pessoas que apresentem praticamente o mesmo nível de conhecimento. Os participantes têm prévio conhecimento do que será tratado. Divide-se em três fases: Exposição, discussão e conclusão.Sessão de autógrafo: é o encontro do autor de um livro com o seu público. Com certeza vai ficar carinhosamente marcado por uma dedicatória e um autógrafo. O autor cria uma excelente oportunidade para confirmar as suas pesquisas, quanto ao tipo de pessoas que ele está sensibilizando com a sua escrita: expectativas, suas necessidades, etc.Simpósio: os expositores debatem os assuntos com o público assistente, dentro de normas pré-estabelecidas.Solenidade: normalmente é um evento que consegue concentrar muitas pessoas. Não raro, destina-se a homenagens que prevêem a entrega de prêmios, de placas comemorativas, prática de discursos, etc.Workshop: na verdade, trata-se de uma Loja de Trabalho, cuja finalidade é promover o aprendizado de forma prática. (MARTINS, 1999, p. 77-81).
É importante salientar que existem definições mais detalhadas e outros tipos de eventos que não estão descritos aqui, mas para o trabalho inicial de definição do tipo de evento que se quer planejar, estas definições sucintas são um bom começo e abordam os eventos dialogais mais utilizados, cujas dúvidas aparecem com maior freqüência.Quando tratamos de eventos baseados nas reuniões coloquiais sociais, como brunch, happy hour, almoço e jantar adotamos esta definição:
Brunch (breakfast + lunch) - tipo de evento criado nos Estados Unidos e adotado com sucesso no Brasil. Caracteriza-se por um café da manhã - almoço servido em estilo buffet, com o objetivo de apresentar e "vender" uma idéia ou produto a um grupo de pessoas, não exigindo contigüidade física entre os participantes.Além do bom planejamento, o sucesso do brunch está no equilíbrio entre os doces e salgados e entre os sucos e bebidas. Deve ser lembrado de que se trata de um café da manhã-almoço, horário no qual os estômagos estão vazios. Tortas salgadas e sanduíches podem ser servidos com bolo inglês, pãezinhos, pães de queijo, frios e queijos são bem-vindos. Próximo da hora do almoço, empadas, coxinhas. Sucos, café, chá, leite podem estar lado a lado com coquetéis de frutas. Não abusar de cremes, chocolates e bebidas com alto teor alcoólico, principalmente na primeira fase do evento.Além do seu conceito empresarial, o brunch é utilizado socialmente em finais de semana, quando os horários são mais flexíveis e as pessoas acabam fazendo duas refeições em uma só. O horário ideal para sua realização é das 10:00 às 14:00 horas.Happy Hour: empresarialmente, trata-se de um evento caracterizado por um drink, sempre ao final da tarde, utilizado como política de entrosamento da empresa. É dirigido a um número limitado de participantes, que se reúnem em local adequado - bar, galerias, restaurantes -, objetivando a otimização do relacionamento, entre drinks, canapés e uma boa conversa.Pode haver entretenimento, como sorteios de aperitivos e jogos de salão, sendo o horário ideal para sua realização das 17:30 às 19:00 horas.Almoço ou jantar: evento utilizado para comemorações, confraternizações e consolidação entre parceiros empresariais. O jantar é mais formal do que o almoço, exigindo uma forma mais elaborada, com planejamento e cerimonial adequados à ocasião. (MEIRELLES, 1999, págs 49- 55).
Quanto as definições de coffee-break, coquetel, café da manhã, temos:
Coffee-break: é conhecido como a famosa "paradinha para o café", ocorrendo em reuniões de altos executivos, cursos, palestras, congressos. Muitas vezes é utilizada uma sala de apoio para servir o coffee-break, que dura em torno de quinze minutos, ocorrendo ocasionalmente entre às 10:00 e às 15:00 horas. São servidos dois tipos de biscoito, pão doce, um tipo de salgado, suco de laranja, chá, café, leite, mel, geléias e manteiga.Breakfast: é o desjejum ou café da manhã forte, normalmente informal e sadio. Envolve alimentos ricos em proteínas, cereais e vitaminas e pode ser realizado das 6:00 às 10:00 horas.Coquetel: é um tipo de reunião social prática e rápida, em que as pessoas ficam em pé, circulando por entre vários grupos, o que estimula a comunicação entre as pessoas. Realizado por inúmeros motivos (homenagear alguém, inaugurações, comemorações, etc), permite reunir um número maior de pessoas, durante um determinado período, geralmente das 19:00 às 21:00 horas, sem dar muito trabalho aos anfitriões.Um coquetel pede um cardápio simples: patês, torradas, petiscos, salgadinhos quentes, drinks variados e diferentes. Costuma-se resumir o coquetel em quatro S:Surgir: ser pontual é ponto de honra na vida social;SaudaAntes de tratarmos da classificação dos eventos é importante abordamos alguns conceitos de eventos. Existem muitas definições complexas, mas ainda nenhuma em comum acordo entre os autores; depois de várias análises sobre o conceito de eventos, a que nos parece mais sucinta e propícia para o profissional organizador de eventos é a seguinte:"Evento - atividade dos mais diferentes tipos reunindo pessoas" (ANDRADE, 1999, p. 117).A classificação dos eventos é muito importante principalmente na hora de decidirmos qual evento será executado para a idéia na qual tivemos. Existem várias formas de se classificar eventos, apresentamos a seguir algumas tipologias apresentadas pelos autores.Todo o evento nada mais é do que uma forma de reunião: "a reunião caracteriza-se como o embrião de todos os tipos de eventos. Trata-se do encontro de duas ou mais pessoas, a fim de discutir, debater e solucionar questões sobre determinado tema relacionado com suas áreas de atividade".(MEIRELLES, 1999, pág.30).Ainda sobre a reunião podemos dizer também que se assemelha com eventos, pois precisa ser planejada, ter convite, infra-estrutura e relatório para poder acontecer e atingir os objetivos.Baseada no autor Cândido Teobaldo de Souza Andrade, em Como administrar reuniões, MEIRELLES (1999, pág. 25) apresenta a tipologia dos eventos tendo como embrião a reunião:
· Reunião dialogal: baseada na informação, no questionamento e na discussão - palestra, conferência, seminário, simpósio, convenção, entrevista, entre outros.· Reunião coloquial: baseada no entretenimento, no lazer, na aproximação entre as pessoas e na confraternização - coquetel, café da manhã, almoço, jantar, brunch, happy hour, entre outros· Competitivas: concurso, torneios, entre outros· Expositivas e Demonstrativas: feira, salão, mostra, exposição, desfile, lançamento de produtos, inauguração, entre outros.
No tópico acima, apresentamos uma forma de fácil compreensão para classificar os eventos quanto sua tipologia, já que muitos autores somente descrevem os eventos, mas não os classificam como dialogais, ou competitivos e assim por diante, dizendo apenas o que são, sua definição, e não em que contextos estão inseridos. É importante lembrar que devido à abrangência dos eventos, não devemos observar apenas esta classificação, mas também sua categoria e áreas de interesse.Quanto à classificação por categoria, NETO (1999, p. 25), retrata uma gama de eventos, podendo assim ser resumido: Eventos especiais, de participação, permanentes, esporádicos, únicos, de oportunidade, de massa, de nicho, promocionais de marca, promocionais de produtos e serviços, locais, regionalizados e globais.Na realidade o mais importante destas classificações é ter a informação correta para se planejar um evento de acordo com o objetivo, por exemplo, se o objetivo é atrair pessoas para discutir um assunto de uma determinada área, chamar este encontro de conferência, ao invés de fórum, ou então não identificar a área de interesse, ou não saber distinguir um evento competitivo de um expositivo.Quanto à definição dos eventos encontramos uma forma didática de se definir alguns eventos, que parecem simples no nome, mas se não tomarmos cuidado podemos confundi-los e acabar atraindo um público não esperado, ou literalmente não executar o evento planejado, já que nossos objetivos não serão atingidos:
Ciclo de palestras: é uma série de palestras. Tanto pode ser um assunto desdobrado em várias apresentações como vários assuntos que se complementam.Igualmente, pode ser ministrado por um ou vários palestrantes, especialistas no assunto.Conferência: é uma reunião formal, em que um especialista desenvolve determinado tema sobre o qual tem amplo domínio. Ao final de sua exposição, responde perguntas.Congresso: são reuniões promovidas por entidades de classe ou associações diversas, para apreciação, estudos, debates de interesses seus, de seus participantes ou sobre algum ramo de conhecimento que queira criar, desenvolver ou colaborar. Normalmente, o congresso se desenvolve em módulos ou sessões organizados de diversas formas: mesas-redondas, sessões plenárias, reuniões de comissões mistas, subcomissões, subgrupos ou grupos de trabalhos.Convenção: é o esforço de um determinado agrupamento social. Normalmente busca a integração, o conhecimento recíproco dos seus participantes, a homogeneização de procedimentos, comportamentos ou informações.Fórum: destinado exclusivamente às pessoas que dominem o assunto a ser tratado. O participante poderá debater com liberdade suas posições, sem restrições quanto à quantidade de participantes. Existe um mediador para garantir a participação livre dos interessados, direcionando-os na busca do consenso e no registro de opiniões significativas.Inauguração: é um evento formal de alta representatividade social, e portanto, requer um planejamento minucioso, envolvendo todas as fases de um evento complexo, portanto, não deve ser confundido com apenas um cortar de fita e o descerramento de uma guarnição que envolve uma bela placa comemorativa.Mesa redonda: técnica utilizada por pequenos grupos comprometidos com um mesmo ramo de conhecimento ou interesse, para esclarecimentos, troca de idéias, discussão de casos. Cada participante tem tempo para expor os seus pontos de vista, para serem apreciados e debatidos. Para se garantir a boa ordem dos trabalhos é nomeado um coordenador que todos devem acatar.Palestra: uma pessoa, conhecida como palestrante, se propõe ou concorda em levar aos ouvintes o seu conhecimento, a sua experiência ou o seu entendimento sobre determinado assunto. Não existe uma regra fixa quanto ao tempo de duração e a participação do público. Normalmente, realiza-se no intervalo de 30 e 60 minutos, com ou sem perguntas durante a exposição. O comum é que perguntas ocorram após o término da palestra.Recepção: simpática reunião, rápida e simples de se organizar e de baixo custo. Na maioria das vezes é feita na própria instalação (residência, escola, escritório, empresa) ou em clubes, objetivando atender às necessidades e às satisfações pessoais ou sociais.Reunião: é o encontro de duas ou mais pessoas para o exercício de alguma atividade. Elas podem ser formais ou informais.Seminário: destinado a pessoas que apresentem praticamente o mesmo nível de conhecimento. Os participantes têm prévio conhecimento do que será tratado. Divide-se em três fases: Exposição, discussão e conclusão.Sessão de autógrafo: é o encontro do autor de um livro com o seu público. Com certeza vai ficar carinhosamente marcado por uma dedicatória e um autógrafo. O autor cria uma excelente oportunidade para confirmar as suas pesquisas, quanto ao tipo de pessoas que ele está sensibilizando com a sua escrita: expectativas, suas necessidades, etc.Simpósio: os expositores debatem os assuntos com o público assistente, dentro de normas pré-estabelecidas.Solenidade: normalmente é um evento que consegue concentrar muitas pessoas. Não raro, destina-se a homenagens que prevêem a entrega de prêmios, de placas comemorativas, prática de discursos, etc.Workshop: na verdade, trata-se de uma Loja de Trabalho, cuja finalidade é promover o aprendizado de forma prática. (MARTINS, 1999, p. 77-81).
É importante salientar que existem definições mais detalhadas e outros tipos de eventos que não estão descritos aqui, mas para o trabalho inicial de definição do tipo de evento que se quer planejar, estas definições sucintas são um bom começo e abordam os eventos dialogais mais utilizados, cujas dúvidas aparecem com maior freqüência.Quando tratamos de eventos baseados nas reuniões coloquiais sociais, como brunch, happy hour, almoço e jantar adotamos esta definição:
Brunch (breakfast + lunch) - tipo de evento criado nos Estados Unidos e adotado com sucesso no Brasil. Caracteriza-se por um café da manhã - almoço servido em estilo buffet, com o objetivo de apresentar e "vender" uma idéia ou produto a um grupo de pessoas, não exigindo contigüidade física entre os participantes.Além do bom planejamento, o sucesso do brunch está no equilíbrio entre os doces e salgados e entre os sucos e bebidas. Deve ser lembrado de que se trata de um café da manhã-almoço, horário no qual os estômagos estão vazios. Tortas salgadas e sanduíches podem ser servidos com bolo inglês, pãezinhos, pães de queijo, frios e queijos são bem-vindos. Próximo da hora do almoço, empadas, coxinhas. Sucos, café, chá, leite podem estar lado a lado com coquetéis de frutas. Não abusar de cremes, chocolates e bebidas com alto teor alcoólico, principalmente na primeira fase do evento.Além do seu conceito empresarial, o brunch é utilizado socialmente em finais de semana, quando os horários são mais flexíveis e as pessoas acabam fazendo duas refeições em uma só. O horário ideal para sua realização é das 10:00 às 14:00 horas.Happy Hour: empresarialmente, trata-se de um evento caracterizado por um drink, sempre ao final da tarde, utilizado como política de entrosamento da empresa. É dirigido a um número limitado de participantes, que se reúnem em local adequado - bar, galerias, restaurantes -, objetivando a otimização do relacionamento, entre drinks, canapés e uma boa conversa.Pode haver entretenimento, como sorteios de aperitivos e jogos de salão, sendo o horário ideal para sua realização das 17:30 às 19:00 horas.Almoço ou jantar: evento utilizado para comemorações, confraternizações e consolidação entre parceiros empresariais. O jantar é mais formal do que o almoço, exigindo uma forma mais elaborada, com planejamento e cerimonial adequados à ocasião. (MEIRELLES, 1999, págs 49- 55).
Quanto as definições de coffee-break, coquetel, café da manhã, temos:
Coffee-break: é conhecido como a famosa "paradinha para o café", ocorrendo em reuniões de altos executivos, cursos, palestras, congressos. Muitas vezes é utilizada uma sala de apoio para servir o coffee-break, que dura em torno de quinze minutos, ocorrendo ocasionalmente entre às 10:00 e às 15:00 horas. São servidos dois tipos de biscoito, pão doce, um tipo de salgado, suco de laranja, chá, café, leite, mel, geléias e manteiga.Breakfast: é o desjejum ou café da manhã forte, normalmente informal e sadio. Envolve alimentos ricos em proteínas, cereais e vitaminas e pode ser realizado das 6:00 às 10:00 horas.Coquetel: é um tipo de reunião social prática e rápida, em que as pessoas ficam em pé, circulando por entre vários grupos, o que estimula a comunicação entre as pessoas. Realizado por inúmeros motivos (homenagear alguém, inaugurações, comemorações, etc), permite reunir um número maior de pessoas, durante um determinado período, geralmente das 19:00 às 21:00 horas, sem dar muito trabalho aos anfitriões.Um coquetel pede um cardápio simples: patês, torradas, petiscos, salgadinhos quentes, drinks variados e diferentes. Costuma-se resumir o coquetel em quatro S:Surgir: ser pontual é ponto de honra na vida social;Saudar: saber se apresentar, compor-se, ter entrosamento;Sorrir: apresentar espírito de festa, ser agradável;Sumir: saber que existe um limite de tempo para permanecer em coquetéis, nunca ultrapassar duas horas. (MARTINS, 2000, págs. 03-07).
Referências bibliográficas
ANDRADE, Renato Brenol. Manual de eventos. Caxias do Sul: Educs, 1999.
CORNELL, Tim. Grandes Impérios e Civilizações: O Mundo Egípcio Vol. I. Rio de Janeiro: Del Prado, 1982.MARTINS, Ana Maria Santana. Apostila sobre o curso Gestão de Eventos e Cerimonial. São Paulo, 2000MEIRELLES, Gilda Fleury. Tudo sobre eventos. São Paulo: STS, 1999.NETO, Francisco Paulo de Melo. Marketing de eventos. Rio de Janeiro: Sprint, 1999.
r: saber se apresentar, compor-se, ter entrosamento;Sorrir: apresentar espírito de festa, ser agradável;Sumir: saber que existe um limite de tempo para permanecer em coquetéis, nunca ultrapassar duas horas. (MARTINS, 2000, págs. 03-07).
Referências bibliográficas
ANDRADE, Renato Brenol. Manual de eventos. Caxias do Sul: Educs, 1999.
CORNELL, Tim. Grandes Impérios e Civilizações: O Mundo Egípcio Vol. I. Rio de Janeiro: Del Prado, 1982.MARTINS, Ana Maria Santana. Apostila sobre o curso Gestão de Eventos e Cerimonial. São Paulo, 2000MEIRELLES, Gilda Fleury. Tudo sobre eventos. São Paulo: STS, 1999.NETO, Francisco Paulo de Melo. Marketing de eventos. Rio de Janeiro: Sprint, 1999.
Por:(Adriana C. Gonçalves e Érica G.Cattinne)
Fonte:
http://www.canaltur.com.br/eventos_tipologia.htm outubro de 2003

Protocolo e cerimonial no serviço público

Gilda Fleury Meirelles
O cerimonial e o protocolo, atividades de Relações Públicas, são desconhecidas de grande parte dos profissionais. Isso é inconcebível, pois neste campo não pode haver improvisações, levando-se em conta de que se trata de assunto regulamentado por lei, decreto, normas e regras. Pode-se improvisar em alguma atividade regulamentada por lei? Mesmo assim, é o que acontece.
Partindo-se da definição de Relações Públicas:
Relações Públicas são um conjunto de técnicas que se deverá empregar para criar o conceito e firmar a imagem de uma empresa, visando conseguir a comunicação, boa vontade e a cooperação das populações ou públicos com que uma entidade trata e das quais dependa, conclui-se que o relacionamento entre os países, entre empresas e seus públicos, depende da correta implantação das técnicas de relações públicas, entre elas do cerimonial e do protocolo. O seu desconhecimento restringe os resultados da política de Relações Públicas.
Esse desconhecimento é palpável e sentido tanto no segmento dos profissionais da área, como no dos executivos. Observemos, procurando verificar quem responde a essas questões:
- Bate-se palmas quando o Hino Nacional acaba de ser executado?- Qual o pronome de tratamento para o retiro da Universidade?- Quem se senta primeiro à mesa de honra de um evento?- Um representante recebe a mesma precedência do titular?- Podemos homenagear um homem com flores?- O que é o titulo Doutor Honoris Causa - quais as exigências necessárias para recebê-lo?- Quando e como utilizar a Bandeira Nacional, do Estado e do Município? - podem ficar atrás da mesa de honra? - qual a ordem de precedência dessas bandeiras; - como proceder com a Bandeira do País visitante? e com a da Empresa?- Vamos recepcionar uma comitiva estrangeira... mas ele é polígamo e vem com quatro esposas: quem dorme com quem? o que fazer?- Qual o idioma oficial quando se recebe alguém da Romênia? E de Angola?- Quando usar tradução consecutiva e quando utilizar a simultânea? Qual a diferença?
Esse conjunto de regras pode levar à loucura qualquer executivo ou autoridade que precise conviver com as normas do cerimonial, as leis do protocolo e as regras de etiqueta pela própria função que ocupa e o mesmo acontece com os profissionais de comunicação.
Mas, o que é cerimonial? O que é protocolo? quando surgiram e como utilizá-los adequadamente?
HISTÓRICO
No mundo governamental, oficial e nas relações internacionais há necessidade, além da observância das regras de etiqueta e boas maneiras, da fixação de normas sobre o uso dos símbolos da pátria, o tratamento para com as pessoas e os lugares que elas ocuparão de acordo com a posição de seus cargos ou funções, entre outras.
Segundo Célia Ribeiro em “Boas Maneiras e Sucesso nos Negócios”, “a observância do protocolo é o cerne de um cerimonial”.
O pesquisador francês Pierre Lascoumes considera que “sem o protocolo, todas as recepções oficiais e ocasiões de encontro entre personalidades políticas, culturais, econômicas - que são ou que acreditam ser - seriam ocasiões de disputas incessantes”.
Concordamos com os autores e acreditamos que para compreender bem cerimonial, protocolo e etiqueta, é necessário, antes, conceituá-los.
Toda solenidade segue uma programação constituída por um conjunto de formalidades. O cerimonial é essa seqüência de acontecimentos que resultam em um evento. O termo é pomposo e data das reuniões palacianas, mais precisamente da época de Louis XIV, na França, onde também surgiu a etiqueta e o protocolo nas Cortes.
A etiqueta é o conjunto de regras de boas maneiras que resultam no comportamento das pessoas.
O protocolo, por sua vez, surgiu para regulamentar o evento, no caso, o cerimonial, estabelecendo posições e tratamentos a cada personalidade. Assim, o protocolo “normatiza as regras que regem o cerimonial e seu objetivo é dar a cada um dos participantes de um evento as prerrogativas, privilégios e imunidades a que têm direito”.
Para o setor público, a utilização dessas atividades de ralações públicas é imprescindível para a otimização dos resultados de todos os eventos, ações e acontecimentos que necessitem da definição da posição e do local de suas autoridades e demais integrantes.
Objetivando sua correta aplicação é necessário que o profissional conheça as leis, decretos, normas e regras que regularizam o cerimonial e o protocolo.
Regras essas que serão utilizadas em todas as ocasiões que o encontro entre duas ou mais pessoas, empresas ou países objetivem a conclusão de negócios, que podem ser beneficiados, com o bom relacionamento entre as partes.
QUANDO UTILIZAR
Uma pergunta comum é quando se usa um ou outro? Sempre. Cerimonial, protocolo e etiqueta estão enraizados no evento oficial ou empresarial, dando-lhe corpo, mente e essência.
Amy Vanderbilt em “O livro de Etiqueta” indaga: “Quem necessita de um livro de etiqueta?” e responde “Todo mundo necessita. A mais simples família, desejando mover-se um pouquinho que seja num mundo mais amplo precisa conhecer, no mínimo, as regras elementares. Até mesmo nas sociedades primitivas existem tais regras, algumas tao complexas e inexplicáveis quanto muitas das nossas”.
Tavares de Miranda em “Convívio Social” afirma: “Se você não vive isolado numa ilha deserta, longe de todos os seus semelhantes, até mesmo sem nenhum ‘Sexta-Feira’ providencial, se você tem algum convívio com seus semelhantes, se encontra gente... ofereço-lhe, leitor, duas armas infalíveis para viver melhor: Por favor - Muito obrigado”.
Da mesma forma que a etiqueta, o cerimonial e o protocolo facilitam a convivência entre os povos, entre as empresas e as pessoas, transformando ocasiões de encontros, não em disputas pelo poder, mas em acontecimentos agradáveis, nos quais as posições das autoridades são aceitos como prerrogativas e privilégios a que têm direito.
Anais do Primeiro Congresso Brasileiro de Comunicação no Serviço Público/São Paulo, 7 a 8 de agosto de 2001- Realização MegaBrasil Comunicação.
www.eventosmegabrasil.com.br

Como organizar um buffet ou uma festa elegante
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Tipos de recepção:
Formais (serviço à francesa, serviço à inglesa) Informais (serviço à americana, à brasileira)

Serviço à francesa
Em matéria de etiqueta à mesa, é o mais requintado, deve ser realizado somente em festas especiais (casamentos, bodas, noivados, quando receber pessoas formais, como ambiente de trabalho – presidentes, diretores, hóspedes estrangeiros). São situações protocolares, como numa embaixada por exemplo.
Neste serviço devemos tomar precauções dobradas, nada pode dar errado... O garçom deve estar impecável (com uniforme e luvas). O mesmo começa servindo a mulher sentada ao lado direito do anfitrião (a convidada de honra), em seguida todas as mulheres, por último o anfitrião. Deve trazer a bandeja à esquerda do convidado, para que ele mesmo se sirva.
Os lugares à mesa são marcados com porta cartões (placement), onde consta o nome de cada um à frente do local onde deve se sentar.
O garçom que serve à francesa deve ter muita prática, não devem nunca esbarrar nos convidados enquanto servem e nem se encostar à mesa.

Serviço à inglesa
O serviço à inglesa também é um serviço requintado, porém o que o diferencia é que neste serviço o convidado não precisa pegar os talheres da bandeja para se servir, pois é o garçom que o fará.É um serviço muito usado nos restaurantes.

Serviço à americana - o buffet.
Qualquer refeição, do café da manhã à ceia, pode ser servida à americana, isto é em forma de buffet. Este tipo de recepção é indicado para reuniões com um número grande de pessoas, para que as pessoas fiquem mais à vontade para se servirem. Porém, hoje em dia é bastante adoptada como forma prática e simples de receber amigos em casa, claro tudo isso sem perder o requinte e bom gosto à mesa. A mesa poderá ser arrumada da seguinte forma: os pratos e talheres ficam empilhados num dos lados da mesa, um arranjo deve vir ao centro, e do outro lado as travessas com seus respectivos talheres. Se forem mais de 10 pessoas, os pratos devem ser divididos em 2 pilhas, no bufett ou mesinha auxiliar, inclusive os pratinhos de sobremesa.

Serviço à brasileira
É o tipo de serviço que mais estamos acostumados, é o tradicional serviço familiar que realizamos em nossas casas. A mesa deve ser arrumada com toda a elegância, pois mesmo sendo pessoas mais íntimas, deve-se ter o capricho de distribuir tudo da melhor forma possível.Nesse serviço não utilizamos garçom, pois as travessas podem estar à mesa.

Os anfitriões tem 3 opções:
Servir todos os convidados – ou repetir travessas – ou usar o aparador e deixar os convidados se servirem à vontade.

Como servir à mesa :
A pessoa que servirá a mesa (o dono da casa, copeira ou garçom) deve estar com aparência impecável e com aparência perfeita. Deve ter boa postura, jamais se curvar sobre o convidado (roupa sempre limpa, pois higiene é fundamental).A aparência da toalha também deve ser limpa e bem passada. A mesa bem arrumada, tudo deve estar impecável.
Começa-se pela entrada (sopa, salada...). Se for sopa, prato fundo ou a taça de consomê (poderá vir cheio para mesa). Se a entrada for fria, poderá estar no prato e à mesa, antes dos convidados sentarem. Senão, será servida pelo lado esquerdo após se sentarem. As bebidas são servidas pelo lado direito e de acordo com os pratos.Nunca encha os copos até a boca (somente ? da taça).


A primeira travessa é levada pelo lado esquerdo do convidado (se for à francesa ele mesmo se serve). Os pratos sujos devem ser retirados também pelo lado esquerdo.Os pratos limpos sempre entram pela direita do convidado. Servir homens e mulheres partindo sempre da convidada de honra. Evite fazer pilhas ao retirar os pratos, primeiro são retirados os pratos e depois os copos. Ao terminar a refeição, o café pode ser servido à mesa ou na sala de estar. Após a refeição e ao pagamento a conta, deve-se colocar o guardanapo á esquerda do prato.


Arranjos para a mesa: Flores, frutas, cores e arranjos especiais
Alguns componentes de decoração contribuem para dar o tom na sua recepção. O item de cores é um item que traduz a essência de um acontecimento, elas estão nas flores, frutas, toalhas e louças. Para saber escolher, dosar e combinar é necessário conhecer o significado de cada cor e o impacto que podem causar no ambiente. Confira:

Vermelho - é o matiz mais dramático que existe. Transmite energia e tem visualização rápida, pode surtir um belo efeito, por isso deve ser utilizado com moderação. As flores mais utilizadas com essa cor são as rosas, tulipas, gérberas, crista de galo.
Laranja – tem quase a mesma intensidade do vermelho, transmite otimismo e alegria. Duas flores com essa cor são utilizadas atualmente, o girassol e o lírio.
Rosa – Ideal pára dar um ar romântico à ocasião, traz suavidade ao ambiente, excelente para casamentos. As flores mais usadas com essa cor são: rosa, amarílis, dália, angélica.
Amarelo – transmite idéia de riqueza afinal, é a cor do ouro. Ligados a ela sentimentos de força, entusiasmo e trazem positivismo ao ambiente. Lírios, girassóis, narcisos, crista de galo, palmas são as flores que mais prestam às decorações.
Verde – essencial em qualquer arranjo, é uma das cores que mais lembram harmonia e paz. São inúmeras as plantas que se prestam à decoração, entre elas as dracenas, ciprestes, eucalíptos, samambaias, avencas, etc.
Azul – leva otimismo e esperança ao ambiente e as flores mais comuns nas decorações são: jacintos, papoulas, agapantos, etc.
Branco – indispensável até mesmo para compor um arranjo com outras cores, é a cor da paz. Copos de leite, rosas, lírios, boca de leão e orquídeas dão a vida e harmonia às outras flores do arranjo.
COMER, BEBER E CELEBRAR
SEMPRE COM ELEGÂNCIA



DA FESTA MAIS LUXUOSA AO ENCONTRO MAIS DESCONTRAIDO ENTRE AMIGOS, TODOS OS EVENTOS PASSAM PELA ESCOLHA DO TIPO DE SERVIÇO, CADA UM COM SUA DOSE DE FORMALIDADE OU CASUALIDADE – QUE DETERMINA COMO UMA REFEIÇÃO SERÁ SERVIDA, INCLUINDO DESDE A ARRUMAÇÃO DO ESPAÇO E A MONTAGEM DA MESA ATÉ O TIPO DE CARDÁPIO MAIS APROPRIADO.


À FRANCESA

FORMALIDADE (MUITA!!), ELEGÂNCIA E ORGANIZAÇÃO SÃO AS PALAVRAS CHAVE.
É O MAIS REQUINTADO DOS TIPOS DE SERVIÇO E É INDICADO PARA OCASIÕES CERIMONIOSAS.
EXIGE PESSOAL TREINADO – NINGUÉM LEVANTA DA MESA DURANTE A REFEIÇÃO.

REGRAS:

. A BEBIDA É SERVIDA PELO GARÇOM PELA DIREITA, SEM QUE OS COPOS OU TAÇAS SEJAM LEVANTADOS DA MESA.

. OS ALIMENTOS SÃO DISPOSTOS EM TRAVESSAS ACOMODADAS (SEM BANDEJA) SOBRE A MÃO ESQUERDA DO GARÇOM, QUE OS APRESENTA PELO LADO ESQUERDO.

. É O CONVIDADO QUE SE SERVE.

. COM EXCEÇÃO DA SOPA, TODOS OS PRATOS DEVEM SER OFERECIDOS DUAS VEZES.

. QUANDO O CONVIDADO NÃO COLOCA OS TALHERES EM POSIÇÃO DE “TERMINADO”, MESMO AO FINALIZAR O PRATO, ISSO INDICA QUE DESEJA REPETIR.

. A RETIRADA DOS PRATOS E TALHERES ( NO FINAL OU ENTRE UM PRATO E OUTRO) É FEITA PELO GRAÇOM, PELO LADO DIREITO DO CONVIDADO, BEM COMO A COLOCAÇÃO DOS NOVOS TALHERES.

. OS COPOS SÃO RETIRADOS PELA DIREITA, NO FINAL DA REFEIÇÃO.

. QUANDO HÁ MAIS DE OITO PESSOAS, É INDICADO QUE HAJA DOIS GARÇONS SERVINDO SIMULTANEAMENTE, ASSIM SE AGILIZA O SERVIÇO.

. A ORDEM (PRECEDÊNCIA) PARA SERVIR OS CONVIDADOS E A SEGUINTE:
1. PESSOAS MAIS VELHAS
2. MULHERES (ANFITRIÃ E CONVIDADAS)
3. A PRIMEIRA MULHER A SER SERVIDA É A QUE ESTÁ SENTADA A DIREITA DO ANFITRIÃO.
4. HOMENS (ANFITRIÃO E CONVIDADOS)
5. O PRIMEIRO HOMEM A SER SERVIDO É O QUE ESTÁ SENTADO A DIREITA DA ANFITRIÃ.
6. OS ANFITRIÕES SENTAM-SE SEMPRE SEPARADOS( NESTE OU EM OUTRO TIPO DE SERVIÇO) SÃO SEMPRE OS ÚLTIMOS A SEREM SERVIDOS.
7. OS LUGARES À DIREITA DOS ANFITRIÕES SÃO RESERVADOS AOS CONVIDADOS DE HONRA. POR ISSO, SE NÃO HOUVER PESSOAS MAIS IDOSAS, O SERVIÇO SEMPRE COMEÇARÁ PELA MULHER SENTADA À DIREITA DO ANFITRIÃO.


1. SOUSPLAT
2. 2.PRATO RASO
3. PRATO DE SOPA
4. GUARDANAPO (NUNCA DENTRO DE TAÇAS)
5. GARFO DE PEIXE
6. GARFO COMUM
7. FACA COMUM
8. FACA DE PEIXE
9. COLHER DE SOPA
10.11.12. TALHERES DE SOBREMESA
13. FACA DE MANTEIGA
14. PRATO DE PÃO
15. TAÇA DE ÁGUA
16. TAÇA DE VINHO TINTO
17. TAÇA DE VINHO BRANCO
18. TAÇA DE CHAMPANHE
(NÃO COLOQUE TAÇAS DE BEBIDAS QUE NÃO SERÃO SERVIDAS).













SERVIÇO À INGLESA


NESTE MODO DE SERVIR, O COPEIRO OU O GARÇOM SERVE O PRATO QUE ESTÁ COLOCADO À FRENTE DO CONVIDADO DIRETAMENTE DA TRAVESSA , PELO LADO DIREITO (COMO NOS RESTAURANTES).



À AMERICANA

CONSISTE NA MONTAGEM DE UMA MESA GRANDE, DENOMINADA BUFÊ, ONDE SÃO ORGANIZADAS AS IGUARIAS FRIAS E QUENTES.

EM CADA UM DOS LADOS DO BUFÊ, COLOCAM-SE MESAS DE APOIO ONDE SÃO DEPOSITADOS PRATOS, TALHERES, COPOS, TAÇAS, ETC.

AS PESSOAS DIRIGEM-SE ÀS MESAS, PEGAM OS UTENSÍLIOS NECESSÁRIOS E SE SERVEM.

AS SOBREMESAS TAMBÉM SÃO COLOCADAS EM MESAS DE APOIO.